sábado, 20 de maio de 2017

Resenha: Jessé Sadoc (2016) O Som de Casa

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O Som de Casa (2016, Independente, JS)
O trumpetista demorou um bom tempo para lançar o disco solo, mas valeu a pena a espera. 

Pequena bio: Jessé Sadoc Filho, membro da orquestra do teatro municipal, filho do trombonista Jessé Sadoc, é figura carimbada nos palcos e estúdios do Brasil. Difícil é dizer com quem ele ainda não tocou ou gravou. A lista imensa de artistas que contam com o trumpete e flugel horn de Sadoc inclui Djavan, Ed Motta, Chico Buarque, João Bosco, Guinga, Lenine, etc.

A ficha técnica do disco O Som de Casa é formada por um time monstro: Marcelo Martins (sax), Glauton Campello e Kiko Continentino (teclados) Alberto Continentino (baixo), Renato Massa (bateria) e a participação mais do que especial de Marcos Valle, que divide a autoria da música A Nordic Sunset. Na turnê que fez com Marcos Valle, Jessé Sadoc compôs uma frase numa passagem de som o tema que depois virou A Nordic Sunset. Marcos Valle cuidou da harmonização.

A faixa Dani, em compasso 5/4, é uma homenagem à esposa de Jessé.

A música Boa Nova tem esse nome pois Jessé é muito fã de Paulinho Trumpete, o qual tinha um grupo de samba jazz com o músico Edison Machado chamado Boa Nova.

A música Partido Magnético teve o título dado pelo baixista do álbum Alberto Continentino, segundo Sadoc disse na entrevista com o maestro Jaime Alem

Contemplativa, balada com reminiscências de spritual jazz, tem total influência de Guinga.

A faixa Na Raia Total é dedicada a João Donato, cujo título vem de uma frase que o músico amazonense sempre usava com os músicos.







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