sábado, 20 de maio de 2017

Vitrola nas Nuvens - Edição #01


A primeira edição do podcast Vitrola nas Nuvens.
Neste primeiro episódio, funk, soul e disco com artistas internacionais e brasileiros.



playlist:
01. Triple S Connection - My Cherie Amour
02. Junior Mendes - Copacabana Sadia
03. Barry Manilow - Copacabana (At The Copa)
04. Robson Jorge - Tudo bem
05. McFadden & Whitehead - Ain't No Stoppin Us Now
06. Ed Motta - Birinaite
07. Teddy Pendergrass & Stephanie Mills - Take Me In Your Arms Tonigh
08. Cassiano - De Bar em Bar
09. Ritz - I Wanna Get With You
10. Azymuth - Virabrequim
Faixa bônus:
11. McFadden & Whitehead - Ain't No Stoppin' Us Now (Instrumental)
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Resenha: Jessé Sadoc (2016) O Som de Casa


O Som de Casa (2016, Independente, JS)
O trumpetista demorou um bom tempo para lançar o disco solo, mas valeu a pena a espera. 

Pequena bio: Jessé Sadoc Filho, membro da orquestra do teatro municipal, filho do trombonista Jessé Sadoc, é figura carimbada nos palcos e estúdios do Brasil. Difícil é dizer com quem ele ainda não tocou ou gravou. A lista imensa de artistas que contam com o trumpete e flugel horn de Sadoc inclui Djavan, Ed Motta, Chico Buarque, João Bosco, Guinga, Lenine, etc.

A ficha técnica do disco O Som de Casa é formada por um time monstro: Marcelo Martins (sax), Glauton Campello e Kiko Continentino (teclados) Alberto Continentino (baixo), Renato Massa (bateria) e a participação mais do que especial de Marcos Valle, que divide a autoria da música A Nordic Sunset. Na turnê que fez com Marcos Valle, Jessé Sadoc compôs uma frase numa passagem de som o tema que depois virou A Nordic Sunset. Marcos Valle cuidou da harmonização.

A faixa Dani, em compasso 5/4, é uma homenagem à esposa de Jessé.

A música Boa Nova tem esse nome pois Jessé é muito fã de Paulinho Trumpete, o qual tinha um grupo de samba jazz com o músico Edison Machado chamado Boa Nova.

A música Partido Magnético teve o título dado pelo baixista do álbum Alberto Continentino, segundo Sadoc disse na entrevista com o maestro Jaime Alem

Contemplativa, balada com reminiscências de spritual jazz, tem total influência de Guinga.

A faixa Na Raia Total é dedicada a João Donato, cujo título vem de uma frase que o músico amazonense sempre usava com os músicos.







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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Pedalboard para shows de barzinho

Pedalboard compacto para violão e guitarra, perfeito para os shows de barzinho que fazemos regularmente.
Tentei usar o CE-20 Chorus Ensemble para o violão e a guitarra ao mesmo tempo (usando as entradas e saídas estéreo), mas o resultado não agradou, então fica o titular CE-2 para a guitarra, e o CE-20 só para o violão mesmo.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Modificando uma guitarra barata (e gastando pouco!) repostagem


Uma postagem do meu antigo blog que ainda tem muitos acessos, e do qual muitos ainda me procuram pra perguntar é um texto de 2010 onde mostro as modificações que fiz numa simples guitarra Eagle Strato.

Por isso, achei importante linkar a matéria neste meu blog atual.
Acessem o texto clicando aqui.
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sábado, 31 de dezembro de 2016

Última atualização de 2016 - pedalboard

Atualizando o setup de 2016:
Chegou recentemente um Boss CE-20 Chorus Ensemble.

E encomendei um buffer para o handmaker e amigo Eduardo Gonnelli. Ele criou um pedal com duas opções de buffer: o buffer do Klon Centaur e um sistema de buffer projetado por Pete Cornish (Pink Floyd).


Em breve, chegará o Mono Vibe da MG Music, mas como só deve ficar pronto em 2017, não deu para atualizar as coisas por aqui.


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Trocando o bloco da ponte da Stratocaster


Como a alavanca da minha Strato quebrou, ficando parte da rosca dentro do bloco que fica embaixo da ponte da guitarra, acabei ficando um bom tempo sem este recurso, pois não tinha como colocar outra alavanca sem tirar este pedaço.

Porém, seguindo a inteligente sugestão do luthier Julio Cesar Kozikas, ao invés de tentar tirar o resto da alavanca dentro do bloco, resolvi trocar o bloco e, claro, instalar uma alavanca nova.

Escolhi o bloco da empresa Manara, feito inteiramente de aço por Carlos Manara (mais sobre o bloco e sua qualidade, leia matéria no site Loucos Por Guitarra). 

A alavanca escolhida é curta do tipo da usada por David Gilmour, também de aço.
A seguir, fotos do processo de troca do bloco.

1. Bloco e alavanca feitos pelo Carlos Manara (comprei no Mercado Livre, e recomendo):


2. O bloco novo e o bloco que veio instalado de fábrica na minha Fender:

3. Primeiro é necessário tirar as cordas:

4. Em seguida, temos que retirar os saddles (carrinhos):

5. Todos os saddles retirados (aproveitei pra fazer uma limpeza na ponte):

6. Antes de mexer na ponte, é preciso remover as molas:

7. É bom usar uma chave de fenda e um pano por cima pra evitar problemas:

8. Agora, sim, podemos retirar a ponte da guitarra:

9. Ponte removida da guitarra:

10. Depois de desparafusar a ponte do bloco, é possível ver o restinho da alavanca no furo:

11. Comparando os 2 blocos (o debaixo é o Manara inteiro de aço):

12. Parafusando a ponte no bloco (reparem que a cor dos parafusos de inox é diferente da minha ponte, dourada. Mas não vejo problema nisso, é apenas estética:

13. Depois, é hora de colocar a alavanca pra testar:

14. Parafusando de volta a ponte com o novo bloco:

15. Hora de recolocar as molas:

16. Recolocando os saddles (aproveitei e limpei os parafusos):

17. Colocando as cordas (novas, 0.10, que é o que uso):

18. E pronto! Hora de ajustar a pressão das cordas, testar e tocar!



23 de dezembro de 2016











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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Pink Floyd e Dr. Estranho

O personagem de HQ Doutor Estranho da Marvel anda em voga atualmente por conta do lançamento do filme agora em 2016.
Por isso, é interessante notar a influência que o personagem (bem como outros nomes dos quadrinhos) traz para o mundo da arte, e da música especificamente.

A capa do segundo álbum do Pink Floyd, A Saucerful of Secrets, lançado em 1968, contém colagens e montagens feitas pelo artista gráfico Storm Thorgerson (da Hipnosis, célebre pelas capas mais icônicas do Floyd e do rock em geral), e várias partes foram retiradas dos quadrinhos Marvel's Strange Tales #158, publicado originalmente em 1967.

A criação da capa não contém os créditos originais dos quadrinhos, aparecendo Doutor Estranho, os planetas e até o Tribunal Vivo (The Living Tribunal), tudo de forma bem sutil e opaca ao lado de outros símbolos, refletindo os gostos e assuntos que rondavam a mente da banda na época.
Mas comparando com a página dos quadrinhos originais (clique na imagem abaixo pra ampliar), é possível ver com clareza a chupação, ops, colagem:
clique na imagem para ampliar

Misturando a capa com o quadrinho original:


Ainda sobre Dr. Estranho e e Pink Floyd: na música Cymbaline (inclusa na trilha sonora do filme More), há uma citação ao personagem na letra:

"Suddenly it strikes you that they're moving into range
And Dr. Strange is always changing size".

Em contrapartida, até como uma homenagem reversa, no filme Doutor Estranho é tocada a música "Interestellar Overdrive".
E, recentemtente, Benedict Cumberbatch, o ator que interpreta o misterioso doutor, cantou "Comfortably Numb" num show de Gilmour, alimentando ainda mais as referências psicodélicas e obscuras, tanto do Pink Floyd quanto de Dr. Strange!

Uma curiosidade sobre o disco 'A Saucerful of Secrets': é o único da banda que contém os cinco integrantes originais tocando, pois marca a fase de transição entre a saída de Syd Barret e a entrada de David Gilmour. Gilmour toca em 3 faixas, e Barret toca em 5 faixas. E o disco tem 7 faixas, ou seja: Gilmour e Barret tocam partes alternadas de guitarra na faixa 'Set the Controls to the Heart of the Sun'!

Pra finalizar, abaixo uma bela versão animada da capa, feita por Alex Stubbe, onde as referências, influências e viagens ficam mais claras:


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